Canelite!!!


Canelite


Parte dos corredores de médias e longas distâncias apresenta dor na canela. Saiba o que é e como tratá-la.

Por Glauber Alvarenga*

Quem costuma correr médias e longas distâncias normalmente fala sobre as "canelites". Também conhecida como "shin splints" ou "tibialgias", esse tipo de problema chega a contabilizar 10% a 15% das lesões que acometem os atletas de corrida.

O quadro mais comumente descrito é a dor na região da canela, que normalmente está relacionada ao impacto repetido da corrida. Só que essa dor piora gradualmente durante a prática do exercício, e, em alguns casos, melhora quando o corpo está bem aquecido, retornando ao final do exercício.

Além da dor, pode ocorrer um edema na região. A canelite é uma inflamação da parte mais externa da tíbia, também conhecida como periostite, ou dos músculos e tendões que se inserem nela. Em casos mais graves, pode levar a uma fratura por estresse.

O que gera?

São diversos os motivos que podem geral essas lesões: corrida em terrenos irregulares ou superfícies muito duras, fraqueza dos músculos da perna (como os tibiais), falta de alongamento da panturrilha, aumento da distância, freqüência ou velocidade da corrida de maneira excessiva, treinamento sem orientação de um profissional, pronação excessiva do pé (pisar para dentro), supinação excessiva dos pés (pisar com a parte de fora dos pés), calçado inadequado. Para completar, corredores iniciantes são mais propensos a desenvolver o problema.

Prevenção da lesão

Essas lesões podem ser prevenidas se algumas atitudes forem tomadas. Mas é necessário que o atleta realize de maneira regular e consciente.

Utilizar tênis específico para seu tipo de pisada, trocar o calçado a cada 500 a 800 km, não aumentar a carga de treinamento mais que 15% por semana, manter a musculatura da parte posterior da perna (panturrilha e isquiotibiais) alongada, fortalecer a musculatura dos membros inferiores, principalmente os músculos tibiais (que fazem a flexão dorsal do pé) e sempre fazer aquecimento antes de começar a prática esportiva.

Tratamento

Após a confirmação do diagnóstico pelo ortopedista, o tratamento é baseado em fisioterapia com aparelhos responsáveis pela diminuição da inflamação e dor e acelerar a reparação dos tecidos. Quando o quadro de dor for menos intenso, inicia-se a seqüência de exercícios de alongamento da região posterior da perna, que pode ser feita com uma faixa puxando a ponta dos pés na sua direção ou pisando em uma rampa inclinada a 45 graus com uma das pernas. Também é necessário o fortalecimento dos músculos tibiais e isso pode ser feito ao bater o pé de maneira contínua e em alta velocidade por 1 minuto.

Esses exercícios, além de tratar o quadro já instalado, previnem novas lesões. Caso o tratamento não seja realizado, o quadro pode evoluir para uma fratura por estresse e até mesmo uma cirurgia nos casos nos quais o tratamento conservador é falho.

Procure sempre um profissional especializado para o tratamento correto de suas lesões.

Bom treino.

Dr. Glauber Alvarenga

* O Dr. Glauber Alvarenga é Fisioterapeuta, especialista em reabilitação músculo esquelética e em reabilitação de joelho pela Santa Casa de São Paulo. Também fisioterapeuta da equipe de fisioterapia esportiva do Instituto Vita.

 

quinta 06 outubro 2011 13:40 , em saúde


Canelite

A canelite é uma inflamação do principal osso da canela, a tíbia, ou dos tendões e músculos da tíbia, podendo mesmo tornar-se em fractura de stress. É uma lesão comum em atletas que praticam futebol, ténis, ciclismo, corrida e ginástica olímpica.

Alguns factores que podem desencadear esta lesão:

- Pronação dos pés
- Prática de desportos em terreno muito rígido
- Uso de calçado inadequado
- Factores genéticos

Prevenção

Dê preferência a calçado de corrida flexíveis na parte frontal. Troque as sapatilhas sempre que as mesmas atinjam os 480 a 640 km. Use uma calcanheira para reduzir o choque, assim como suporte para arco do pé ou palmilha de amortecimento, se necessário. Não aumento seu volume de treino drasticamente ou faça treino de velocidade prematuramente. Corra uma menor quilometragem e faça-o sobre superfícies mais macias. Inclua corrida em piscina ou outra actividade física complementar.

O cimento é seis vezes mais severo para os seus tecidos da tíbia do que o asfalto. O asfalto é três vezes mais severo do que a terra batida. A relva é ainda mais macia, e diminui significativamente o risco de inflação na região da tíbia.

Faça alongamentos antes e depois da corrida. Cometeu um erro no treino e doí-lhe a canela? Coloque gelo, tome anti-inflamatórios (se necessário) e não cometa o mesmo erro novamente!

Se lhe dói a canela sempre que faz séries em terreno rígido, faça-o sobre terra batida, relva, areia, no tapete do ginásio ou faça corrida na piscina. Faça a quantidade apropriada de treino de velocidade e corra num ritmo adequado. Gradualmente aumente os treinos de velocidade para até 10% do volume semanal numa sessão, e não corra mais rápido do que o seu ritmo numa corrida de 5 km até que seja capaz de realizar os 10% sem dores agudas.

Não se esqueça de fazer o regresso à calma... Provavelmente a parte do treino mais esquecida. Correr por mais 3 ou 5 km pode ser desagradável depois de fazer 20 repetições de 400 metros no ritmo de corrida de 5 km. A corrida leve introduz sangue com os seus nutrientes e acelera a extracção dos produtos do desgaste da corrida rápida. Adicione 400 metros de caminhada no final, pois com isso estará a contribuir para desinflamação nos músculos. Molhe as pernas com água gelada, coloque os pés ao alto por 20 minutos enquanto se re-hidrata e arrefece.

A musculatura da tíbia trabalha de encontro aos grandes músculos da panturrilha, e é a última musculatura a aquecer e a primeira a arrefecer. Com isso em mente, faça exercício para fortalecê-la. Sentado numa cadeira, desenhe círculos largos com o seu dedão do pé, e depois desenhe o alfabeto. Depois de algumas semanas, adicione o exercício "pote de tinta": sentado numa mesa, pendure um peso no dedão do pé e levante-o flexionando o tornozelo numa sessão de 12 repetições. Ou então enganche um cinto elástico, ou item similar, ao redor do dedão do pé e empurre-o contra ele 10 vezes e depois o puxe-o em sua direcção 10 vezes. Reduza a sua quilometragem para se livrar da inflamação na região da tíbia. Já que os músculos da região da tíbia são os últimos a aquecer, calçar meias de cano longo pode ajudar no aquecimento.

Dor na parte exterior da tíbia? Caminhe apontando os pés para dentro durante um minuto por dia. Dor na parte interior? Caminhe com os pés apontados para fora por um minuto. Aumente gradualmente os exercícios descritos acima até atingir 5 minutos. Então, caminhe sobre seus dedos e sobre o calcanhar com os pés apontando para dentro e para fora.

Tratamento

Use gelo e anti-inflamatórios não esteróides no começo da inflamação. Então trabalhe a flexibilidade: alongue antes e depois do exercício. Deite-se de costas com um pé no ar. Coloque uma toalha à volta da sola do seu pé, e puxe com a sua mão esquerda para trazer os dedos do pé para baixo e para a esquerda, o que irá alongar os músculos à direita.

Massage cuidadosamente o músculo respeitando sua tolerância à dor podendo utilizar um anti-inflamatório tópico nessa massagem. Use gelo alternando com calor húmido... então submeta a musculatura à amplitude total de movimento.

O uso de Palmilha ortopédica pode auxiliar o tratamento.

 

quinta 06 outubro 2011 13:31 , em saúde


Lesão: Não deixe a Canelite te derrubar...

Popularmente chamada de canelite, a síndrome de estresse do medial tibial costuma ser um tormento para muitos corredores iniciantes - e, em alguns casos, também para os mais experientes. Processo inflamatório que ocorre na membrana que envolve o osso da canela - a tíbia (veja no infográfico abaixo) -, a lesão pode ter relação com vários fatores: excesso de atividade, corrida em superfícies duras (asfalto, por exemplo), uso de calçados com sistema de amortecimento inadequado, entre outros problemas ligados a impacto.

Tratamento

A canelite tem que ser olhada com um cuidado especial, já que pode desenvolver problemas mais sérios. Além do habitual incômodo na região logo acima ao tornozelo durante a prática da atividade física, a canelite pode causar uma fratura por stress num estágio mais avançado, garante o ortopedista Ricardo Cury, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho.

- O tratamento é com antiinflamatório, medicamentos para alívio da dor, fisioterapia, alongamentos ou, caso persista, a parada e uma reorientação dos treinos. Existe uma melhora do sintoma com essas medidas. Curado, em seguida, vale levantar os fatores que causaram o problema, para que ele não retorne. Se foi treino em excesso, se o tênis já precisa de uma troca por prazo de validade - diz o médico, que orienta também alguns alongamentos (veja como fazer no infográfico acima).

Tempo de recuperação

O tempo de recuperação pode divergir de um especialista para outro, além de depender de como o organismo de cada corredor vai reagir. No entanto, segundo o ortopedista, a média da recuperação desse tipo de lesão é de cerca de três semanas, enquanto a fratura por stress pode levar até mais de um mês e meio e, em casos mais extremos, necessitar do tratamento cirúrgico. "Mas é tudo caso a caso", diz ele.

Características da canelite* Causas
Tratamento
Nos treinos

Excesso de atividade Alongamentos Corridas mais curtas: nova planilha
Treinos em superfícies duras Fisioterapia Passar gelo na tíbia após a atividade
Calçados com sistema de amortecimento inadequado Uso de medicamentos e antiinflamatórios Mudança de superfície (treinar na terra ou na grama, por exemplo)
Problemas ligados a impacto em geral Suspensão de treinos em alguns casos Uso de tênis específico para o tipo de pisada (neutra, supinada ou pronada)
* Fonte: Rubens D'Elia e Ricardo Cury

Retorno

A volta aos treinos no caso de parada também requer uma atenção. Em alguns casos, a dor volta junto com a corrida, e o atleta tem que estar atento. Dicas como o uso de palmilhas ortopédicas e a procura por um tênis específico para o seu tipo de pisada (neutra, supinada ou pronada) costumam ser boas saídas. Além do mais, a planilha deve sofrer alguma mudanças, com atividades mais leves, garante o treinador Rubens D'Elia.

- Sugiro uma aquecida, um trote leve e, em seguida, alongamentos na volta aos treinos. Também é importante tentar mudar o terreno e o local da corrida. Se está numa superfície dura, é bom ir para um lugar mais macio, como gramado, terreno de terra batida e areia. Além disso, não deve persistir com a dor. O legal é fazer uma varredura com gelo na tíbia quando chegar em casa para tirar o incômodo. Alongamento também é bastante útil. Se a dor persistir, é necessário procurar um tratamento - diz o treinador Rubens D'Delia.

 

quinta 06 outubro 2011 13:27 , em saúde


Consertar o passo para evitar a canelite

Os iniciantes na corrida talvez fiquem um pouco confusos com tantas orientações: fortalecimento muscular, avaliações diversas, aquecimento, tênis adequado, solo indicado, repouso etc, fundamentais para a melhora do desempenho e o condicionamento físico do corredor, mas importantes também para evitar lesões, tão comuns nesta prática esportiva, dentre elas, e talvez uma das mais corriqueiras, a canelite.

 

 

A canelite é o nome popular da síndrome do estresse na região tibial medial, uma inflamação da região interna da tíbia (osso da "canela"). A musculatura anterior da tíbia leva o pé para cima, portanto, a dor é intensa neste movimento, durante a corrida, e ela ocorre no impacto do calcanhar no solo. Outra característica da canelite é a dor à palpação da região medial da canela. Numa fase inicial a dor cessa ao final da corrida, mas numa fase tardia da lesão ela passa a ser constante.


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OS RISCOS. A canelite é comum principalmente em atletas iniciantes, pois estes ainda não se adaptaram à atividade, possuem vícios e não desenvolveram habilidade para a prática esportiva. Entre os corredores que têm essa lesão é comum observar algumas características, como por exemplo descarga de peso concentrada na região anterior do pé, ou seja, não toca inicialmente o calcanhar no solo durante a corrida, tênis inadequado, fraqueza muscular. Mas os atletas mais experientes também por vezes sofrem com a canelite em função de treinamento em terrenos muito duros e íngremes, aumento da freqüência e velocidade do treinamento precocemente

 

É importante que o atleta, caso sinta dor na região tibial, pare de correr e procure um médico, especialmente porque esta dor é muito parecida com a fratura por estresse, condição grave e que piora bastante se não for adequadamente tratada. Mas se for diagnosticado canelite, o tratamento adequado é mais simples, porém necessário, pois como já foi dito, a dor tende a evoluir, diminuindo rendimento e até impossibilitando a prática da corrida.

 

 


PARA EVITAR. O primeiro passo é detectar qual o motivo (ou motivos) da lesão, para que seja possível corrigi-lo. As causas podem ser intrínsecas, isto é, o problema é do próprio atleta: pisada errada (descarga de peso inadequada), pé chato (ou pronado), passadas muito longas, despreparo físico, pouca força e flexibilidade muscular. Ou fatores extrínsecos (do ambiente): tênis inadequado, solo muito rígido e íngreme, grande freqüência, velocidade e intensidade do treinamento.

 

O ideal é procurar orientação de um profissional, antes de iniciar o treinamento, e fazer uma avaliação completa. Dependendo do resultado, o profissional irá planejar o treinamento adequado e as condições ideais. Também é importante observar o tênis que se está usando, pois ele tem vida útil; eventualmente também haverá a necessidade do uso de palmilhas específicas, mas isso vai depender também da avaliação.

 

Uma vez descoberta a causa, é hora de adequar o treinamento e iniciar o tratamento. Dependendo da gravidade e estágio da lesão, a interrupção da atividade é inevitável, mas há casos em que o tratamento fisioterapêutico pode ocorrer em paralelo com o treinamento. Outra forma de condicionamento físico, sem impacto, torna-se relevante até cessarem os sintomas.

 

 


TRATAMENTO. A fisioterapia usa alguns recursos para diminuição da dor e da inflamação, como ondas curtas, ultra-som, crioterapia (gelo) ou até massagem local, para diminuir a tensão muscular. A conduta que será tomada pelo fisioterapeuta vai depender da avaliação, da gravidade da lesão, intensidade, freqüência da dor e queixas do paciente.

 

A adequação postural muita vez se faz imprescindível, pois uma alteração local pode ser uma compensação de um problema à distância, isto é, uma alteração da pisada advém de uma compensação ocorrida por uma rotação excessiva dos joelhos, por exemplo. Lesões prévias ainda não recuperadas por completo também causam compensações. Treino de marcha, propriocepção articular, massoterapia, pompagem (massagem muscular específica) podem ser utilizados para reabilitar o atleta, sendo importante corrigir a condição que causou a lesão.

 

CUIDE-SE, SEMPRE. Para quem está iniciando, procure orientações profissionais, além da avaliação das condições físicas, posturais, da coordenação e vícios do atleta. A orientação de equipamentos e locais adequados para a prática esportiva vai fazer toda a diferença na evolução do treinamento e do desempenho.

 

Para os mais experientes, atitudes que evitam lesões como aquecimento, arrefecimento, alongamento e treinamento muscular nunca devem ser abandonadas, por mais que um bom condicionamento físico tenha sido atingido, já que a corrida expõe o corpo a grande estresse e riscos e por isso mesmo o cuidado deve ser constante.

 

 

 

 


 

 

 

quinta 06 outubro 2011 13:19 , em saúde


10 sugestôes para o tratamento da canelite

Pode ser que a dor aguda que começa na região anterior do tornozelo e se estende quase até que a patela seja a síndrome do estresse tibial medial, popularmente chamada de canelite. Ao tocar essa região, na parte posterior e interna da perna (conhecida como face medial) em qualquer um dos lados da tíbia, você pode sentir dor.
A maioria das canelites, embora chata, é insignificante e pode ser tratada com as orientações a seguir. Entretanto, se a dor persistir ou recorrer, procure um médico. A síndrome do estresse tibial medial pode se desenvolver em conseqüência de uma fratura por estresse - uma pequena fratura por estresse da tíbia. As fraturas por estresse não se curam sozinhas e, sem tratamento, podem se agravar.

1. Não corra com dor: na melhor das hipóteses, a síndrome de estresse tibial medial não melhorará, e na pior delas, você estará sob risco de uma lesão mais grave. Aos primeiros sintomas da síndrome, evite correr, ou, pelo menos, diminua a distância que você costuma correr.

2. Use gelo no local: o gelo é o tratamento recomendado para diminuir a inflamação de qualquer lesão esportiva, e com a síndrome do estresse tibial medial não seria diferente. Massageie a canela com uma bolsa ou pedra de gelo por dez minutos, até quatro vezes ao dia, durante uma semana ou duas. Você também pode experimentar gelar o local com uma bolsa de verduras congeladas, como ervilhas ou grãos de milho.

3. Enfaixe o local: envolver a canela com uma faixa elástica ou uma faixa de borracha que se ajuste sobre a parte inferior da perna pode ser reconfortante, pois ela comprime os músculos e limita um pouco seus movimentos.

4. Tome duas aspirinas: os analgésicos como aspirina e ibuprofeno são bastante eficazes no alívio da dor. Esses medicamentos diminuem o inchaço e a inflamação que podem acompanhar essas lesões. O paracetamol pode aliviar a dor, mas provavelmente não fará muito efeito na inflamação causada pela síndrome do estresse tibial medial. Em caso de gestação, lactação ou antecedentes de efeitos colaterais em coseqüência de uso de antiinflamatórios, consulte o médico antes de tomar quaisquer medicamentos.

5. Use palmilha: já que a síndrome normalmente ocorre devido ao impacto excessivo, o uso de uma palmilha almofadada pode ajudar a suavizar o choque à medida que seu pé toca o chão duro.

6. Entre em sintonia com seu corpo: se sua canela doer, descanse, passe gelo ou fale com seu médico a respeito.

7. Evite o cimento: faça exercícios em superfícies adequadas, como trilhas, cascalhos e gramados. Se tiver que correr na rua, escolha as pavimentadas com asfalto, não concreto, para diminuir a probabilidade de desenvolver a síndrome. Se fizer exercícios aeróbicos, fique longe dos pisos de cimento, mesmo daqueles com carpete. Pisos de madeira são a melhor opção.

8. Mude o exercício: uma forma de dar um descanso para a perna sem ter que deixar de fazer exercício é fazer outro tipo de atividade. Se você corre, faça natação, ande de bicicleta ergométrica ou faça qualquer outra atividade que não force tanto a região anterior da perna quanto a corrida.

9. Não corra em morros: subir e descer morros podem contribuir para o desenvolvimento da síndrome ou agravá-la.

10. Evite que a lesão ocorra a primeira vez: sempre se aqueça antes dos exercícios. O aquecimento relaxa os músculos e leva o sangue para os tecidos. Os músculos aquecidos têm menos chance de sofrerem uma lesão. Aqueça-se com alguns minutos de caminhada ou de alongamento leve.

 

Escolha do sapato esportivo
Um bom calçado esportivo é um importante investimento que qualquer pessoa que corre ou faz aeróbica pode fazer. Usar calçados com palmilhas gastas ou duras somente facilita o aparecimento de lesões por excesso de uso, como a síndrome de estresse tibial medial. Ao comprar calçados esportivos, procure um confortável (com pelo menos um dedo de espaço na frente e que deixa o calcanhar firme), bom amortecimento (especialmente na parte da frente, se for um tênis para exercícios aeróbicos) e que lhe dê sustentação na sola sob o calcanhar.

 

quinta 06 outubro 2011 13:08 , em saúde


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